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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Bebedouro: Museu ou Cemitério

Apesar de possuir uma das maiores frotas de aeronaves do mundo, de ser pátria do Pai da Aviação Santos-Dumont e de ter uma história riquíssima relativa à aviação, o Brasil tem poucos museus dedicados ao tema. O maior deles é o MUSAL - Museu Aeroespacial, mantido pelo Comando da Aeronáutica no Rio de Janeiro.
Entretanto, um museu mais antigo e com um acervo muito importante está instalado desde 1968 na cidade de Bebedouro/SP. Esse museu, o Museu de Armas, Máquinas e Veículos Antigos Eduardo André Matarazzo, não somente possui uma coleção de aeronaves antigas e representativas da aeronáutica brasileira como também inúmeros carros e veículos antigos.

Apesar da importância do acervo, grande parte dele está em estado praticamente de abandono, especialmente as aeronaves que estão expostas ao ar livre. Tais aeronaves nunca passaram por uma restauração e estão muito deterioradas, o que põe em risco sua existência no futuro.
Lá está, por exemplo, o único exemplar existente de um SAAB Scandia no mundo, o PP-SQR (foto abaixo), um dos 18 operados pela VASP ate meados dos anos 1960. Somente 18 aeronaves Scandia foram produzidas, e a Vasp operou todos, incluindo o protótipo. Pela importância histórica e raridade, essa aeronave merecia uma restauração cuidadosa e um espaço coberto para exibição.
Algumas aeronaves menores, como um Fairchild PT-19 e um Gloster Meteor F-8, estão na parte coberta do museu em muito melhor condição. O PT-19 ostenta a curiosa matrícula PP-GAY.

Na área externa, estão preservados um DC-6A, o PP-LFB, que operou pela Vasp, o único DC-6 existente no país, e um Curtiss C-46 Commando, matriculado PP-VCE, com as cores de seu último operador, a Arruda, mas que deixa ver, devido ao desgaste pelo tempo, as cores da Varig no fundo. No Brasil, só existe outro C-46, um no MUSAL. Também estão lá o Scandia e um Vickers Viscount 701 da VASP, o PP-SRO.
Da Varig, o museu tem o único Convair 240 existente no Brasil, o PP-VDG, e um Douglas DC-3, o PP-VBK. Ainda existem um North American B-25J da FAB e um Lockheed Lodestar, o PP-CGV, que pertenceu à Arruda.
O Museu ainda possui, fora os aviões citados, dois North American T-6 (um T-6D e um T-6G), um Beech C-45, um Lockheed TF-33A, um Rearwin 9000 Sportster (PP-TEE), um CAP-4 (PP-RXI), um HL-1 (PP-TVX) e um helicóptero Westland/Sikorsky S-51 Dragonfly.

Fora os aviões, o acervo de carros antigos, veículos militares, canhões e outras peças é de valor inestimável. Em 2006, uma enchente danificou gravemente grande parte do acervo, em especial os carros antigos.

É evidente que a administração do Museu não tem condições financeiras e técnicas de restaurar as aeronaves e nem de oferecer melhores condições de exposição, com cobertura. É necessário uma atitude ativa do poder público ou de grandes empresas para que se preserve esse importante patrimônio histórico.

Eduardo André Matarazzo, o criador do Museu, morreu em 2002 e sua filha Patrícia ficou encarregada de administrar o acervo. Seus esforços estavam sendo coroados de sucesso quando ocorreu a inundação de 2006, o que dificultou bastante sua iniciativa de preservar o acervo do museu.

Em 24 de julho de 2009, a Prefeitura de Bebedouro firmou um compromisso com o Museu de fornecer segurança patrimonial, poda da grama e das árvores e limpeza geral. Um esforço mais efetivo do poder público se torna necessário, entretanto, para que as belas aeronaves preservadas possam recuperar o brilho que tinham quando estavam transportando passageiros e carga pelo Brasil afora.

31 comentários:

  1. é uma judiação como ver essas aves raras, se deteriorando no tempo, deixo aqui minha sugestão como diretor do Aeroclube de Ourinhos, caso haja interesse desse museu, em doar uma aeronave dessas para nós colocariamos a mesma, em perfeita condições, pois sei que voces do museu não são culpados, deles estarem assim, pois sua manutenção não é nada facil, eu acho que o nosso governo, deveria incentivar, esses museus, mas infelismente estamos no brasil, a memoria é curta.

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  2. PROFESSOR

    ME ADMIRA UMQ PESSOA QUE SE INTITULA PROFESSOR COLOCAR UM TITULO TÃO MEDIOCRE E UM TESTO TÃO SEM SENTIDO NUM BLOG DA INTERNET.

    ME PERGUNTO O QUE O SENHOR FAZ OU FEZ PELA SOCIEDADE. NÃO DIGO TRABALHAR, QUE É O'MÍNIMO, MAS AJUDAR VOLUNTARIAMENTE A CONSTRUIR UM PAÍS MELHOR. POIS É ISTO QUE MINHA FAMÍLIA SEMPRE FEZ E CONTINUA FAZENDO.

    O SENHOR NÃO NOS CONHECE, NÃO SABE NOSSA HISTÓRIA, NÃO ACOMPANHOU NOSSA LUTA E, NEM SEI SE JA VEIO AO MUSEU.

    SÓ TENHO PROPOSTAS DE AJUDA DAQUELES QUE QUEREM NOSSO ACERVO. ACERVO ESTE, 90% COMPRADO E RESTAURADO PELO MEU PAI E 10% DOADO.

    SERÁ QUE SE O SENHOR POSSUÍSSE BENS COMO OS NOSSOS, ALÉM DE VALOR HISTÓRICO, VALOR FINANCEIRO, SERIA TÃO NOBRE AO PONTO DE EXPO-LOS? POIS BEM, MEU PAI OPTOU POR NÃO SE VANGLORIAR, NÃO SAIR DESFILANDO COM OS MESMOS, GUARDA-LOS PARA SI, E SIM, EXPO-LOS COM O INTÚITO DE AJUDAR NA FORMAÇÃO DE CRIANÇAS DO NOSO PAÍS!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    SE O MASPM UM DOS MAIORES MUSEUS DO PAÍS TEM PROBLEMAS, IMAGINE NOSSO MUSEU NA ATRASADA BEBEDOURO.

    QUANDO O SENHOR QUISER FALAR DE ALGO, SE APROFUNDE, BUSQUE SOLUÇÕES, INCENTIVE, NÃO TENHA UMA ATITUDE DESTRUTIVA COM AQUELES QUE TENTAM FAZER ALGO PELO PAÍS!!!!!!!!!!!!!!!!

    DOU-LHE ESTE CONSELHO, POIS, O SENHOR SE DIZ PROFESSOR.

    AINDA ASSIM COVIDO-LHE PARA UMA VISITA AO MUSEU E UM ALMOÇO ONDE O SENHOR PODERÁ APRESENTAR TODAS AS SOLUÇÕES PARA OS MUITOS PROBLEMAS DO MUSEU.

    PATRICIA MARTA MATARAZZO

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  3. A nobreza do seu pai cara Patrícia não merece o desleixo que este museu está recebendo dos seus descendentes.
    Até mesmo a renúncia do acervo em prol de quem possa cuidar, seja talvez uma melhor solução, que preservaria o ato pioneiro e nobre do Sr.Matarazzo.

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  4. Cara Patrícia, como a sra. pode ler no texto, eu não critiquei de modo algum a administração do Museu, mas sim o estado de conservação daquelas aeronaves que estão na parte externa do mesmo. Manter um acervo desses é muito custoso e não dá para mantê-lo apenas com recursos de bilheteria, obviamente. O que é necessário é conseguir recursos do Governo, existem leis de incentivo para isso. Sempre admirei o Sr. Eduardo Matarazzo, pois sem ele essas aeronaves já teriam virado panela há muito tempo. Embora em mau estado, estão inteiras e são perfeitamente restauráveis. Acredito que só falte dinheiro para isso. Me desculpe pelo título chocante, mas fiz isso para chamar a atenção da nossa sociedade para o problema, não da família Matarazzo, ok? Lamento muito pela enchente que afetou o museu, o que deve ter atrasado e muito os trabalhos de conservação do acervo. Sou contra a renúncia e doação dos aviões para outros Museus e entidades afins, acredito sim que tem muita gente de olho gordo nisso. Peço mais uma vez desculpas se fui mal interpretado e aceito o almoço sim, em breve estarei aí no seu Museu. Grande abraço.

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  5. SEU LLUNGA

    SEU COMENTÁRIO NÃO MERECE RESPOSTA, O SENHOR, PELO QE PARECE NADA ENTENDE DE CULTURA OU MUSEUS. E POSSO APOSTAR QUE NÃO FAZ TRABALHO VOLUNTÁRIO NENHUM.

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    1. Senhora Patrícia,
      O maior legado que a Sra. poderia deixar para a sociedade é a venda destas jóias raras, que hoje estão sucateadas, para museus que tenham melhor condições de mantê-los e restaurá-los, a exemplo do Museu TAM.
      Li no site da SAAB que eles já tentaram por mais de 3 vezes comprar o único exemplar do SAAB Scandia no mundo que vocês têm, mas esbarraram na quantia astronômica de 25 milhões de dólares que vocês pediram.
      O que é melhor: deixá-lo(s) apodrecendo ao relento e ferindo os corações dos verdadeiros apaixonados pela história da aviação? A parte externa deste museu, hoje, não traz nada além de sofrimento para quem visita.
      Eu mesmo morei em Bebedouro há 20 anos, e o estado naquela época já era lastimável.
      Tome uma iniciativa, pelamordedeus! Mantenha os carros, mas dê um destino digno para estas aeronaves!! O Museu TAM e o Musal têm condições para assumir esta responsabilidade!!!

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  6. PROFESSOR

    AGRADEÇO A RESPOSTA E LHE AGUARDO PARA UM BELO ALMOÇO E UMA VISITA NO MUSEU. QUEM SABE NÃO TROCAMOS IDÉIAS E CONSEGUIMOS PENSAR EM ALGO QUE AJUDE O MUSEU.
    NO NOSSO SITE TEM O E-MAIL QUE CHEGA DIRETO PARA MIM.

    UM ABRAÇO

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  7. A família Matarazzo deveria OBRIGATORIAMENTE doar os exemplares aeronauticos para o
    MUSEU TAM em São Carlos, pq não estão tendo interesse algum em manter os aviões em condições de visitação... É uma ofensa visitar os modelos Scandia e etc em desintegração.E em resposta à sra. Patrícia Matarazzo é a doação ao senhor João Amaro da TAM.

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  8. E ainda digo à senhora Patrícia Matarazzo caso não queira doar que visite o museu TAM em São Carlos ou mesmo visite o museu da Boeing em Seattle para saber realmente o que é um museu de nível...

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  9. Sra Patricia Matarazzo.
    O grande vilão nisso tudo é o Governo Federal, que deveria manter esse belo museu na melhor forma possivel, recuperar as aeronaves, pois são maquinas de nossa historia.Restaura-las(dar empregos) Fazer hangares para as mesmas, pois voei em quase todas essas maquinas, pois trabalhei na Real T.Aereos de 1950 a 1962. O Scandia éra um aviao que dava marcha a ré ali no patio de congonhas, para sair do estacionamento.....
    Será que nossos politicos são tão insensiveis a ponto de não pensar em nossa historia?. Vamos fazer um movimento para que esse acervo se conserve onde está. Vejo nessas maquinas antigas, a mesma Fisica e Filosofia simplificada das maquinas atuais.
    Gostaria de rever seu museu, porem não sei quais os dias possiveis.
    Grato-
    Hugo Reis

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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  11. Gostei de ver esse assunto - “museu”? - nesse blog. Acho que a participação da Patricia Matarazzo enriquece o assunto, mesmo não concordando com ela. Não a conheço e não tenho idéia sobre o motivo que a impede de doar o acervo ao museu da TAM. Até arrisco que seria o valor sentimental e esse para mim é o mais importante de todos. Estive no último dia 18, lá no museu da TAM e fiquei muito emocionado ao ver o Cessna 140, do Milton Terra Verdi e a forma como foi montado o diorama em sua memória. Pesquisem na internet, ou leiam o livro “Dário da Morte”, de Walter Dias, para saber quem foi ele e a trágica história que viveu com seu cunhado. Sua família autorizou o João Amaro a buscar o avião no meio da floresta boliviana. O museu da TAM agora expõe também um Fokker 100 e o batizou (homenageou) como o nome do Comadante “Moreno”, vitimado no acidente de 1996. O que existe em Bebedouro é uma parte importantíssima da história da aviação brasileira, de companhias aéreas e até mesmo do próprio Eduardo Matarazzo. Não exagero ao dizer que dele também, pois no Brasil não é qualquer “maluco” que se dispõe a comprar um acervo como esse para preservá-lo. Para mim, que gosta de aviação e de história, ele era um homem de visão, mas de nada adianta se essa visão não for combinada com um pouco de bom censo. Meu filho de 8 anos, vendo as fotos aqui comigo, questionou por que só tem museu “tão longe”. Moro em São Paulo Capital, faz tempo que estava planejando ir a São Carlos e não sei quando poderei passar por lá novamente, mas quero voltar. Convenhamos, não é qualquer um que vai conhecer o museu da TAM, mesmo tendo o acervo que tem, principalmente pela distância. Antes da existência do museu da TAM, já tinha pensado em passar por Bebedouro, mas até hoje não foi possível. O Musal também está na milha lista, mas ainda não deu. A melhor forma de preservar esse acervo de Bebedouro é juntá-lo como outro e o que parece mais viável pela proximidade, pela equipe técnica de restauro, pelas instalações disponíveis e pelos recursos financeiros é o museu da TAM. Veja que com toda essa estrutura não é tão simples para eles manterem. A Cia. Aérea não pode simplesmente despejar recursos lá de qualquer forma, não possuem máquina de fazer dinheiro. As coisas lá estão acontecendo por doações, trabalho quase voluntário, lei de incentivo e muita paixão pela aviação. Acho que tem uma ponte que precisa ser construída entre a família Matarazzo e Amaro. Parece que o João já tentou isso, mas não seu certo. Deve ser feito algo de significativo para colocar no lugar do atual “museu” de Bebedouro e o mesmo deve ser transferido para um museu de verdade. Todos sairão ganhando. A memória da aviação que tem muito a agradecer ao Eduardo Matarazzo, mas seu trabalho ainda está inconcluso.

    Edinilson Roberto Marques
    São Paulo-SP

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  12. Só um pequeno complemento. Nem todas as aerovanes precisariam ser doadas. A TAM já possui um DC-3, inclusive em condições de vôo. Também tem CAP 4 e T-6. Numa possível ponte a ser construída, a restauração das aeronaves que ficassem, bem como o seu abrigo e até a instalação de um outro aparelho cultural que fato ajude a sociedade local, poderiam ser feitas pela TAM e por outros parceiros interessados em ajudar. Não tenho procuração da TAM para dizer isso, mas fica uma provocação, no bom sentido, claro! rs

    Edinilson

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  13. Um detalhe muito interessante a respeito do Museu de Bebedouro é que a família Matarazzo recebeu dois Viscount da Vasp, sendo que um, o ex-PP-SRO, está à mostra no Museu, e o outro, ex-PP-SRL, está intacto na Fazenda Matarazzo, no município de Bebedouro. Pode ser localizado facilmente no Google Earth nas coordenadas geográficas 21º 01' 22,34" S - 048º 30' 13,66" W.

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  14. Só digo uma coisa!

    Patrícia !!! Parabéns...

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  15. O btasileiro é mesmo um povo sem memoria nenhuma, porque nao doam para museus??? nos temos deficit em museus aeronauticos no pais, em Londrina por exemplo tem um pessoal que ja tomou a iniciativa e estao abrindo um pequeno museu de avioes, porque nao doam para o novo museu de LDA? tem tambem o Museu Aeroespacal no Rio, tem o Museu Asas de um Sonho, fico muito triste vendo estes avioes virando sucata, e outro total descaso com a historia da aviacao brasileira http://culturaaeronautica.blogspot.com/2009/08/bebedouro-museu-ou-cemiterio.html

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  16. Amigo Jonas, quando você for a Bebedouro almoçar com a Patrícia Matarazzo, por favor, visite a fazenda e fotografe o Viscount.
    Achei ele nas coordenadas que você indicou.
    Impressionante.
    Caso já tenha visitado, peço à Patrícia Matarazzo que envie foto da aeronave para o Jonas publicar no blog.
    Abraços!

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  17. Realmente deve ser muito difícil a manutenção dessas aeronaves, porém acredito que, em caráter de emergência alguma coisa deveria ser feita e rápido com 3 aeronaves em espacial que são: O SAAB Scandia, o Convair 240 e o DC-6, já que são as ÚNICAS desses modelos que sobraram no Brasil! Sem contar que o Scandia é o único no MUNDO!! É uma pena que moro tão longe de Bebedouro, senão, com certeza já teria me oferecido como voluntário para a limpeza dos aviões que estão do lado de fora!!

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  18. Por que a família não faz uma parceria com o Museu TAM, emprestando os aviões ao acervo daquele museu e deixando que cuidem de sua restauração? Ganham com isso as duas instituições, e os aviões continuariam pertencendo à família mas estariam melhor abrigados e protegidos do tempo. Já conversaram com o João Amaro?

    Não sugiro que venham para o Museu Aeroespacial porque a situação aqui está longe da ideal. Embora a administração do Museu, seus funcionários e voluntários se esforcem bastante, fica difícil mantê-lo sendo uma entidade pública que conta com quase nenhuma ajuda do governo a que pertence.

    Abraços
    D.Carneiro

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  19. Aproveitando a deixa, vejo que "abduziram" a antiga logomarca do meu site, criada pelo designer Emmanuel Bellard, e a estão utilizando neste curso de Ciências Aeronáuticas sem minha autorização ou a do designer... lamento que uma instituição séria apele para práticas que desrespeitam o direito autoral!

    Vejam a versão do Aviation On Line em 1997, com a logo original:
    http://web.archive.org/web/19970305213459/http://www.aviation.com.br/

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    1. Daniel, foram os meus alunos, de uma certa época, que devem ter "abduzido" a tua logomarca. Não foi a instituição, e não era do nosso conhecimento que era copiada. Já fui alertado sobre isso e a logomarca foi substituída tempos atrás. Sempre foi extraoficial, nunca foi usada em qualquer documento da Universidade. Também vou removê-la daqui em definitivo. Grande abraço.

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  20. Este espaço é muito interessante, pois parece ter despertado a atenção de quem gosta da História da Aviação Brasileira. Os três maiores museus com acervo aeronáutico do país - MUSAL, TAM e ANDRE MATARAZZO - merecem a atenção de todos os profissionais e aficionados da aviação. Nos Estados Unidos, onde a cultura aeronáutica é outra, os acervos históricos dependem da iniciativa privada e não de governos. As várias associações, instituições, sindicatos e mesmo empresas brasileiras de aviação, bem que poderiam unir esforços para auxiliar a mantenedora do Museu Andre Matarazzo a manter o seu acervo aeronáutico. É o mínimo que se poderia fazer em prol do seu fundador e da belíssima História da Aviação Brasileira. Andre Matarazzo deu-nos o exemplo.

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  21. concordo com d carneiro esses avioes deviam ser emprestados ao museu da tam para que fossem bem cuidado assim toda nação ganharia com isto com isso a dr patricia com certeza ficaria muito feliz em ver seus avioes por muitos e muitos anos
    abraços Edmar

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  22. Existem leis de incentivo à cultura que poderiam ser utilizadas nesse caso... Assim, os aviões poderiam ser restaurados. Mas deve ter muita gente de olho no acervo, mas dar alguma coisa em troca dele, acho que nem pensar, né? Os aviões foram comprados pelo Matarazzo, a maior parte ou todos, acho... O Museu da TAM precisaria ser consideravelmente ampliado para receber esse acervo, mas duvido que esse Museu queira os aviões por empréstimo para restaurar.

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  23. E UMA VERGONHA, ESSE ABANDONO. ONDE ESTAO AS TAIS AUTORIDADES DESTE PAIS, SE E QUE EXISTEM. ISSO NAO DA VOTOS PRA CORJA QUE ESTA NO PODER. AGORA DINHEIRO PARA ESTADIOS PRA COPA SIM, SUPERFATURADOS, E CLARO. PARA HOSPITAIS, MUSEUS COMO ESSE COM UM ACERVO FANTASTICO, FICA SE DETERIORANDO. PRA CULTURA NADA, POVO CULTO SABE VOTAR.....

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    1. A situação do museu de Bebedouro nada tem a ver com as autoridades deste país. É um museu particular, as aeronaves foram, na sua maioria, compradas pelo seu fundador, o Sr. Eduardo Matarazzo. Tive a chance de visitar o museu, e as aeronaves, apesar do relativo mal aspecto, estão em boas condições. Claro que deixá-las com aspecto melhor implicaria em grande dispêndio de recursos. Mas, infelizmente, quem poderia ajudar só pretende expropriar o acervo dos seus proprietários, e, se o museu fosse meu, eu não deixaria... Grande abraço.

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  25. Qualquer iniciativa bem intencionada no nosso país vira polêmica. Um assunto colocado para reunir idéias e encontrar soluções é interpretado como crítica depreciativa. Até o "TESTO" da Patrícia mostra uma reação hostil ao oferecimento de ajuda colocado aqui. Uma pena, pois tem gente disposta a ajudar e que conhece o caminho para evitar o trágico destino destas relíquias. Entendi que o post não pretendia ser um debate de quem está certo e quem está errado, mas de encontrar soluções de restauração e conservação do acervo.

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    1. Narcizo, é exatamente isso. O Museu de Bebedouro é muito bom, mas seria preciso encontrar uma solução para restaurar e conservar o acervo, de valor inestimável. Não existem culpados ou vilões na história, e devemos dar graças a Deus que a família Matarazzo tenha preservando essas máquinas até hoje, pois do contrário teriam virado ferro-velho. Mas, se fossem restaurados, seria muito melhor. Obrigado pela colaboração.

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  26. Realmente é de dar dó a situação destas aeronaves. Sugestão é doar para o Museu da TAM que faz a restauração deixando igual ao original...

    # doa para o Museu TAM

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  27. E muito fácil pra alguém q não mora em bebedouro abri a boka pra falar bobagens mas só morando aki pra saber a real precariedadedessa cidade não só mente o museu está com ploblemas mas os bairros as ruas as escolas is centros comunitários os hospital municipal... Acho q a Sra Patricia matarazzo junto da sua filia já fezuito pela cidade e continua fazendo em espor algo tão legal e lindo como as aeronaves e alguns dos carros q lá c encontram para q a população possa velos vcs deverias cobrá e esse bando d políticos sáfados e corridos q existe no Brasil e em bebedouro isso sim é uma vergona!!!!....

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